A População Total do Município era de 11.350,00 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2000).
Sua Área é de 831,26 km² representando 0,23 % do Estado, 0,05 % da Região e 0,01 % de todo o território brasileiro.
Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,74 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)
Área Territorial: 831,26 km²
Fonte: IBGE
Ano de Instalação: 1976
Microrregião: Iguatemi
Mesorregião: Sudoeste de Mato Grosso do Sul
Altitude da Sede: 418,00 m
Distância à Capital: 209,68 Km
Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD
A colonização ocorreu no dia 20 de maio de um mil novecentos e cinqüenta e seis, quando 300 homens faziam a ocupação que seria no princípio numa área de 240 ha., devido ao grande número de famílias aonde chegou ao total de 9.100 ha . A colônia foi dividida em módulos, sendo; 2.972 de 30 ha, 25 de 30 ha a 50 ha e 06 lotes com mais de 50 ha. Três anos depois passou a categoria de Distrito de Vila Glória pela Lei Estadual 1.197, do Governador João P. de Arruda. Em 11 de novembro de 1.963, passou a município de Glória de Dourados, sendo o 1º prefeito o Sr. José de Azevedo.
Em janeiro de 1.970 a população era de 47.815 habitantes sendo 36.412 na zona rural e 11.403 na zona urbana.
Encarando o objetivo de ocupar novas terras e superando dificuldades, pouca a pouco a região tomara ares de cidade na 11ª linha que mais tarde foi batizada como Vila Bandeirantes.
E seus pioneiros recebiam garantias de bons preços para quem plantassem, diversificando a agricultura como: Arroz, Amendoim, Feijão, Milho, Mamona, Mandioca, Batata-Doce, Cana-de-açúcar, Café, Araruta, Algodão e etc…, o movimento era muito grande, mas mesmo assim, conseguiam transportar os seus produtos por estradas precárias e transportes através de pequenas e médias embarcações fluviais de Porto Vilma à outros Portos dos grandes centros consumidores e, tornando assim a pequena Vila em grande centro comercial já com farmácias, armazéns, Padarias, lojas de tecidos, lojas de armarinhos e industrias de: Fábricas de Calçados, Madeireiras, Olarias e Fábricas Artesanais de: Redes, Tarrafas e Varas para pescarias; Balaios e Cestos confeccionados com bambus e taquaras, Balaios estes que eram usado na colheitas de amendoim, mamona, milho e etc…, também eram fabricados vários tipos de Gamelas e colheres de pau, para usoS domésticos. Na parte cultural tinha Cinema, desfiles Cívicos, festas Juninas e Folias de Reis. Foi quando surgiu a idéia de mudar o nome de Vila Bandeirantes, para Vila Novo Horizonte pois, de fato, era um novo horizonte que se abria para esta gente batalhadora.
Mas, a população ali crescendo não se intimidava, insistindo no desenvolvimento da Vila Novo Horizonte, pois de fato novas perspectivas
abriam-se para brasileiros e estrangeiros que ali chegavam, sendo paraguayos e a maioria do Nordeste brasileiro.
Com o passar do tempo os frutos da perseverança apareciam: As safras de algodão eram sinônimas de prosperidade, aumentando a movimentação de dinheiro e pessoas.
A Vila Novo Horizonte passaria a chamar-se Vila Deodápolis (Deoda=Deodato + polis = Cidade), em homenagem ao Sr. Deodato Leonardo da Silva, um dos primeiros pioneiros e já com a motivação para a criação de um novo município, sendo que, precisamente em 13 de maio de 1.976 o então Governador do Estado de Mato Grosso, Dr. José Garcia Neto sancionava a Lei Estadual nº 3.690. Era instituído o Município de Deodápolis, abrangendo a Vila Deodápolis e comunidades adjacentes (Lagoa Bonita, Presidente Castelo, Vila União e Porto Vilma), ficando assim o município com 31.520 habitantes.
A marca dos 31 anos atingida, representa a firmação de Deodápolis como importante celeiro agrícola e na pecuária de Mato Grosso do Sul, mas também são os marcos de um novo tempo.
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